03 de Dezembro - Dia Internacional de Luta da Pessoa com Deficiência: ADEFAL participa de Ato Público que acontecerá no Centro de Maceió

Notícias | AUTOR: jade | DATA: 22/11/2018 às 10h07

A Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas – ADEFAL será uma das instituições parceiras do Ato Público em defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiências, que acontecerá no dia 03 de dezembro dia Internacional de luta pelos direitos da pessoa com deficiência, a partir das 8h com concentração na Praça Marechal Deodoro da Fonseca no Centro de Maceió.  O evento é uma iniciativa do Conselho Municipal da Pessoa com deficiência em parceria com todas as instituições de luta do Estado de Alagoas.

            Ato Público será marcado por uma grande caminhada pelo Centro de Maceió e finaliza com a entrega de um documento de reivindicações que será protocolado na Assembleia Legislativa de Alagoas. Na pauta das reivindicações destaque para: fiscalização e a garantia das gratuidades nos transportes intermucipais; a mudança da Lei do IPI que ampliou o tempo  de 2anos, para 4 anos para aquisição de carros com descontos para pessoas com deficiências; melhoria no programa estadual de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção para sanar as demandas reprimidas e a necessidade da implantação de um programa de capacitação contínua para a área da educação com foco no atendimentos dos alunos com deficiência.

            Ao falar sobre a ação, o presidente da ADEFAL, João Ferreira Lima, idealizador do ato enquanto presidente do Conselho Municipal da Pessoa com deficiência destacou que diante das perdas de direitos que as pessoas com deficiências estão sofrendo, não se tem o que comemorar de forma festiva a passagem do dia Internacional de luta, e sim é um dia de se fazer um alerta e unir forças para recuperar direitos perdidos, bem como evitar a perdas de outros direitos. “Acredito que esse é o momento de lutar, para que os nossos direitos, conquistados ao longo de anos de luta, não venham ser caçados. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto estão acabando com os nossos direitos”, revelou João Ferreira.